O experiente treinador italiano Carlo Ancelotti, de 65 anos, chegou ao Rio de Janeiro na noite deste domingo (25/5) com a missão de dirigir a Seleção Brasileira, a partir desta segunda-feira (26/5). Ancelotti se despediu do Real Madrid no último sábado (24/5), em uma partida contra a Real Sociedad no estádio Santiago Bernabéu, onde o time venceu por 2 a 0, com dois gols de Mbappé.
Com uma carreira repleta de conquistas em clubes europeus, incluindo Juventus, Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain, Bayern de Munique, Napoli, Everton e Real Madrid, Ancelotti é reconhecido ao lado de Pep Guardiola e Diego Simeone como um dos melhores treinadores do mundo. Em 2024, ele foi premiado como o melhor técnico do mundo pela FIFA e também recebeu o prêmio de melhor treinador da Bola de Ouro pela France Football.
Após sua passagem pelo Real Madrid, o técnico agora se prepara para sua nova jornada à frente da Seleção Brasileira, onde poderá buscar seu primeiro título em competições internacionais. Sua chegada ao Brasil marca a expectativa pela sua oficialização como novo comandante da equipe, juntamente com a divulgação da primeira convocação, que será válida para os jogos contra Equador e Paraguai, marcados para os dias 5 e 10 de junho, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.
O novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, comentou sobre as expectativas em relação a Ancelotti, destacando que um dos principais desafios será reconectar o time com a torcida. “O primeiro desafio é trazer alegria novamente para as pessoas que trabalham na instituição e tentar aproximar a torcida da Seleção Brasileira. Esse trabalho sendo realizado aqui dentro com estabilidade institucional, nós teremos com certeza o reflexo lá fora”, declarou Samir em entrevista ao Metrópoles.
Durante sua trajetória no Real Madrid, Ancelotti conquistou dois títulos do Mundial de Clubes (2014 e 2022), duas Supercopas da Espanha (2021/22 e 2023/24) e três Champions League (2013/14, 2021/22 e 2023/24). Embora seu contrato com o Real Madrid fosse válido até julho de 2026, ele decidiu romper o vínculo para assumir o cargo na Seleção, sendo substituído por Xabi Alonso, ex-jogador do clube, que foi anunciado no domingo.