Em diversos lares na Bahia, a jornada da maternidade se inicia de forma solitária. O estado figura como o segundo no Brasil em número de crianças cujo registro de nascimento não inclui o nome do pai. Nos últimos cinco anos, foram 69.814 recém-nascidos registrados apenas com o nome da mãe, ficando atrás apenas de São Paulo, que contabiliza 146 mil casos. Segundo Daniel Sampaio, presidente da Associação dos Notários e Registradores da Bahia (Anoreg-BA), essa situação evidencia as desigualdades que ainda persistem na região.
Para mais detalhes, confira a reportagem completa no Correio 24 Horas, colaborador do Metrópoles.
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