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Zambelli se opõe à decisão de Moraes: “Inaceitável”

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) manifestou seu descontentamento após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votar pela sua condenação a 10 anos de prisão e perda do cargo. Zambelli está sendo julgada na Primeira Turma da Corte por invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsidade ideológica. Nesta sexta-feira (9/5), o ministro Flávio Dino também acompanhou o relator em seu voto. Os votos de Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin ainda estão pendentes.

“Em respeito à população brasileira e à confiança que quase 1 milhão de eleitores depositaram em mim, venho expressar meu profundo inconformismo em relação ao voto proferido”, declarou Zambelli em uma nota enviada ao Metrópoles. Ela afirmou que “ignorando os fatos e a falta de provas nos autos, [Moraes] decidiu me condenar de forma injusta”.

O hacker Walter Delgatti alega ter recebido cerca de R$ 40 mil da deputada, e afirma que Valdemar participou de uma reunião entre ele e Zambelli. Moraes, que é o relator do caso envolvendo Zambelli e Delgatti pela invasão do sistema do CNJ, foi o primeiro a votar em uma sessão virtual que começou nesta sexta e deve se estender até o dia 16 de maio, a menos que haja pedido de vista ou destaque.

“Estou sendo alvo de uma perseguição política que não apenas atenta contra minha honra, mas também contra os princípios fundamentais do Estado de Direito. O que está em questão não são ações concretas, mas minha postura firme, minha voz ativa e minha inabalável defesa dos valores conservadores que represento”, continuou Carla Zambelli.

A deputada ainda acusou a Justiça de tentar silenciar uma mulher de direita, uma representante eleita pelo povo que não se submete a abusos de poder. Moraes, em seu voto, também impôs uma pena de 8 anos e 3 meses de reclusão a Delgatti, e ambos os réus devem ser condenados a pagar um valor mínimo de R$ 2 milhões por danos materiais e morais coletivos.

Zambelli enfrenta outro julgamento no Supremo relacionado a um incidente na véspera da eleição de 2022, onde sacou uma arma e perseguiu um homem na rua. Esse caso já tem um placar de 5 a 0 pela condenação a 5 anos e 3 meses de prisão, além de uma multa de R$ 2,5 milhões, mas está suspenso devido ao pedido de vista do ministro Nunes Marques, que deve liberar seu voto nas próximas semanas.

Se for condenada nos dois casos, a parlamentar pode enfrentar uma pena total de 15 anos e 3 meses em regime fechado.

Leia a íntegra da nota de Carla Zambelli:

“Em respeito à população brasileira e à confiança que quase 1 milhão de eleitores depositaram em mim, venho expressar meu profundo inconformismo diante do voto do Ministro Alexandre de Moraes. Ignorando os fatos e a ausência de provas, ele optou por me condenar injustamente.

Estou sendo alvo de uma perseguição política que atenta contra minha honra e os princípios do Estado de Direito. O que está em julgamento não são ações concretas, mas minha firme posição e defesa dos valores conservadores que represento.

Ressalto que não há provas que sustentem essa condenação. O que existe é uma tentativa clara de silenciar uma mulher de direita, uma deputada eleita pelo povo, que não se curva a abusos de poder.

Sigo com a consciência tranquila, pois nunca agi com dolo ou violência e nunca cometi ato criminoso segundo a legislação brasileira. Apesar da dor de ver a justiça falhar, mantenho minha fé inabalável. Confio plenamente na Justiça de Deus, que é soberana e reta.

Agradeço o apoio de todos que entendem que este processo vai além do jurídico, adentrando o perigoso território da perseguição ideológica. Continuarei firme, sem abandonar os princípios que me trouxeram até aqui. A verdade prevalecerá.”

Carla Zambelli
Deputada Federal

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade