O Atlético tinha memórias complicadas em jogos onde jogou com um atleta a mais. Um dos episódios mais marcantes foi a final da Libertadores de 2024, quando Gregore, do Botafogo, foi expulso logo no início da partida, resultando em uma derrota de 3 a 1 para o Galo. Neste ano, a história se repetiu em três ocasiões, com o Alvinegro empatando com Cruzeiro (1×1), Bolívar (2×2) e Santos (1×1).
Na quarta-feira (5/11), o Atlético se deparou com o Bahia na 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, e o Tricolor de Aço ficou em desvantagem com a expulsão de Kanu aos seis minutos do segundo tempo, após faltas em Bernard. No entanto, a equipe aproveitou essa vantagem e garantiu uma vitória convincente por 3 a 0.
Após o jogo, na zona mista, Guilherme Arana comentou sobre a experiência de jogar com um jogador a mais. O lateral-esquerdo expressou uma certa apreensão, mas ressaltou que o Atlético respondeu bem em campo e saiu vitorioso. “Parece simples jogar contra um time com um a menos, mas no último jogo, nós também ficamos com um jogador a menos, e o Internacional não conseguiu nos marcar. Quando isso acontece, a tendência é que a equipe se retranque. Mantivemos a calma e a paciência. Quando ocorreu a expulsão, me veio um filme à mente, pois nas últimas vezes não conseguimos aproveitar essa vantagem. Fico feliz que hoje conseguimos manter a cabeça no lugar e a paciência necessária para marcar os gols”, comentou Arana.
Com essa vitória, o Atlético alcançou 40 pontos no Brasileirão, subindo para a 11ª posição. O próximo desafio do Galo será contra o Sport, em uma visita marcada para sábado (8/11), às 16h, na Ilha do Retiro.