Os músicos Nattanzinho e Natanzinho Lima estão em desacordo sobre a utilização da marca “Nattanzinho”.
Entenda a situação: O namorado de Rafa Kalimann protocolou um pedido de registro em 9 de novembro de 2024. No entanto, cerca de três meses depois, Lima apresentou uma contestação à solicitação no Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Neste momento, o futuro pai respondeu ao colega de profissão. Ambos aguardam a análise do mérito da questão, que pode levar até 15 meses para ser avaliada, conforme informações disponibilizadas no site do Instituto.
As assessorias de ambos os artistas foram contatadas pela equipe do Splash, mas ainda não se manifestaram. O espaço permanece aberto para respostas.
Nattanzinho conquistou destaque nacional em 2022 com o sucesso “Tem Cabaré Essa Noite”, uma colaboração com Nivaldo Marques, e desde então tem se mantido no topo das paradas musicais. Originário de Sobral (CE) e criado no interior do estado, em Tianguá, Nattan despertou seu interesse pela música ao observar apresentações na igreja Mórmon. “Assistia as pessoas tocando piano, analisava as partituras e tentava acompanhar a melodia”, revelou em entrevista ao Splash.
Por sua vez, Natanzinho Lima, natural de Itabaiana, Sergipe, aos 22 anos, tornou-se um verdadeiro fenômeno do brega nacional. Sua canção “Uma e Quinze da Manhã” ganhou ampla repercussão em todo o país.
Sobre a questão da marca, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, fundado em 1970, é a entidade responsável pelo registro de marcas no Brasil, com a finalidade de aplicar as normas que regem a propriedade industrial. Vale ressaltar que nem todo conteúdo pode ser registrado como marca; por exemplo, obras intelectuais gozam de proteção sob a Lei de Direitos Autorais. O registro se torna relevante quando há a intenção de utilizar um título como marca para produtos e serviços.