Depois que uma mãe relatou ter encontrado um rato morto na fralda de seu filho de apenas um mês, a Polícia Civil do Rio de Janeiro solicitou uma análise do material. A perícia revelou que o que parecia ser um animal era, na verdade, um “corpo estranho de origem polimérica”, ou seja, um fragmento de plástico.
Segundo informações da Delegacia do Consumidor (Decon), o laudo confirmou que o objeto era de natureza plástica. A investigação segue em curso para esclarecer todos os detalhes do ocorrido, conforme comunicado da Polícia Civil. A análise demonstrou que não havia qualquer animal presente, e o plástico escurecido não representa perigo à saúde da criança.
A empresa responsável pela produção da fralda, Softys do Brasil, esclareceu que o item em questão é um adesivo e que está em contato com a cliente, além de colaborar com as investigações.
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