No último domingo (18), o confronto entre Cruzeiro e Atlético, válido pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro, reuniu um expressivo número de torcedores, mas não conseguiu alcançar o recorde de público do Novo Mineirão. O estádio recebeu 61.106 fãs, gerando uma renda de R$ 3.401.335,50. Esse total ficou abaixo do que foi observado em um clássico anterior, realizado em 10 de agosto de 2024, quando 61.583 pessoas estiveram presentes para assistir ao empate sem gols, estabelecendo o maior público no estádio desde sua reinauguração após as reformas para a Copa do Mundo de 2014.
O número deste domingo também foi inferior à final do Campeonato Mineiro de 2024, onde o público foi de 61.582, superando por um único torcedor o total deste último jogo. Para essa partida, a diretoria do Cruzeiro liberou 61.312 ingressos, que se esgotaram mais de 48 horas antes do início do evento. A quantidade de ingressos foi limitada devido a uma redução de espaço no Mineirão, implementada por questões de segurança.
Com a classificação quase garantida, os jogadores titulares do Cruzeiro podem ser poupados no próximo jogo contra o Vila Nova, pela Copa do Brasil. Fabrício Bruno, que sentiu algumas dores após o clássico, assegurou que está apto para continuar a sequência de jogos do Cruzeiro. Enquanto isso, o Atlético já se prepara para enfrentar o Maringá em um confronto decisivo pela Copa do Brasil, na Arena MRV. Fagner elogiou a força mental do Cruzeiro durante o clássico e comentou sobre a disputa pelo título. Jardim, treinador do Cruzeiro, destacou que Gabigol “precisa e merece” mais tempo de jogo. Ele também fez uma crítica ao estilo de jogo do Atlético no clássico, afirmando que o rival não propôs um jogo mais ativo.
Além disso, uma gafe ao vivo marcou a transmissão, quando Galvão Bueno confundiu o nome de um prato durante a cobertura do clássico mineiro.