O Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro (SATED-RJ) divulgou uma nota oficial sobre a situação do registro profissional da atriz Aline Borges. De acordo com o documento acessado pelo portal LeoDias, uma verificação no sistema do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostrou que, inicialmente, não havia registro ativo em nome da atriz. Contudo, foi encontrado um registro provisório antigo, datado de 1998, que não havia sido renovado.
Na nota, o sindicato enfatizou que Aline ficou sem um registro ativo entre 1998 e 2001, sem qualquer retorno formal. Por isso, solicitou à TV Globo a documentação que comprovasse o registro da artista. “Apesar de várias solicitações à emissora, em nenhum momento anterior foi apresentada a comprovação do registro. A anotação na carteira, sem acesso ao livro de registros do MTE, não assegura a legalidade e a regularidade trabalhista. A confirmação só foi feita em 13/05/2025, quando o dado finalmente apareceu no sistema digital e foi enviado pela emissora”, explicou a entidade.
O SATED-RJ destacou que essa atualização ocorreu devido ao trabalho investigativo e de cobrança realizado em relação ao caso. Além disso, o sindicato buscou diálogos com a emissora e com a atriz, revelando que Aline cancelou uma visita à sede da instituição.
Esse pronunciamento está alinhado com a posição da artista. A equipe de Aline esclareceu que ela foi registrada profissionalmente em março de 2001, há 24 anos, e que as alegações sobre seu trabalho irregular eram “falsas” e “irresponsáveis”.
Na conclusão da nota, o sindicato reafirmou seu compromisso com a legalidade da profissão e com os direitos da categoria, afirmando que atua com seriedade em situações semelhantes. “A valorização e a regularização profissional são fundamentais para o respeito a nossa categoria. O registro profissional vai além de uma formalidade – é o que garante os direitos trabalhistas e a segurança jurídica para o artista. Respeitar o sindicato é respeitar a profissão”, ressaltou o órgão.
Além disso, o sindicato alertou que casos como o de Aline Borges não são isolados, resultando da falta de atenção de alguns profissionais em manter sua documentação em ordem, assim como das falhas de informação originadas do processo manual.