Luana Piovani, aos 48 anos, não hesitou em criticar Virginia Fonseca, de 26 anos, após o depoimento da influenciadora na CPI das Bets.
O que ocorreu
Piovani começou sua manifestação com um Stories que trazia uma postagem no X sobre Virginia. “Não consigo encontrar humor na participação de Virginia Fonseca na CPI. O que me vem à mente não é o copo rosa, a maquiagem ou o visual… Fico incomodada com esse sorriso de quem parece estar ciente da impunidade, se aproveitando do vício alheio e usando tudo isso como um palanque para acumular ainda mais dinheiro. É patético e triste”, dizia a mensagem.
Luana complementou: “Vamos parar de transformar pessoas cruéis em celebridades.”
Em seguida, a atriz compartilhou um vídeo de parlamentares rindo de Virginia na CPI. “Sinto uma raiva imensa quando somos tratados como tolos. Essa excomungada falando sobre Deus? Que o ‘karma’ da desgraça que ela promove invada a vida dela”, expressou Luana.
CPI das Bets
A sessão começou por volta das 11h20. A influenciadora agradeceu a chance de esclarecer as dúvidas dos senadores. “Sou influenciadora, me tornei mãe, trouxe meus pais para morar comigo. Durante esse tempo, me tornei empresária e apresentadora. Hoje, sou tudo isso e espero esclarecer todas as perguntas aqui. Agradeço a oportunidade de fazer isso, pois há muitas coisas que não podemos discutir na internet, certo? Acredito que poderei falar abertamente hoje, sou muito grata. Que Deus abençoe nossa audiência, vamos em frente”, disse Virginia.
A apresentadora do SBT enfatizou que todos os seus contratos são legais e defendeu a criação de legislações específicas pelo Congresso Nacional. “Não estou fazendo nada ilegal […] Se realmente isso prejudica a população, então que se proíba tudo. Eu nunca aceitei fazer publicidade para casas de apostas que não estão regulamentadas”, declarou Virginia.
Ela também negou a existência de uma “cláusula da desgraça” em seus contratos com plataformas de jogos. Segundo uma reportagem da Revista Piauí publicada em janeiro, um acordo da influenciadora com a Esporte da Sorte previa um pagamento adicional de 30% sobre o valor perdido pelos usuários em apostas.
“Isso foi divulgado na internet e, devido a questões de confidencialidade, não podia comentar. Fechei meu contrato com a Esportes da Sorte, e esse valor que eles me pagaram significava que, se eu dobrasse o lucro, eu receberia 30% a mais da empresa. Em nenhum momento o contrato tratou de perdas. Nunca houve isso. Nem alcancei esse valor. Nunca recebi além do que foi pago pela publicidade. Essa era uma cláusula padrão.”