A disputa entre Cauã Reymond e Bella Campos gerou repercussão em diversos círculos da indústria artística, incluindo o Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro (Sated-RJ). Em entrevista ao Metrópoles, Hugo Gross, presidente do sindicato, compartilhou sua visão sobre o conflito entre os dois atores.
“Conheço o Cauã, ele já desfilou na Grande Rio. É uma pessoa muito simpática, sempre gentil e generoso com todos ao seu redor, incluindo aqueles que pedem fotos”, começou Gross, antes de abordar a desavença. “O que temos é uma incompatibilidade entre Cauã e Bella que precisa ser resolvida. Há uma diferença de interpretação, o que resulta em uma falta de sintonia entre eles”, afirmou.
Além disso, o presidente do Sated-RJ fez uma reflexão sobre a situação, utilizando uma analogia para ilustrar que a novela pode estar em um ritmo diferente do dos atores, sugerindo que a emissora poderia considerar ajustes no enredo. “Cauã tem uma longa trajetória como ator. Se ele se envolve em um projeto que deve seguir a todo vapor, a 100 km/h, é essencial que ele também esteja nesse mesmo ritmo. Caso contrário, se ele se depara com algo mais lento, como a 50 km/h, isso pode levar a divergências”, explicou.
Gross também criticou a quantidade de queixas sobre machismo nos bastidores. “Precisamos parar com essa ideia de segmentar e afirmar que há machismo. Isso não é real. Quem está na profissão deve entender que esses desafios são parte da carreira”, concluiu.
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