A Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou que tomou conhecimento de um possível ataque durante o show de Lady Gaga, de 39 anos, na praia de Copacabana, através do Disque-Denúncia e informações do serviço de inteligência.
O que ocorreu
O delegado Felipe Curi informou que uma denúncia, juntamente com dados do serviço de inteligência, chegou à Polícia Civil dez dias antes da performance da artista. A informação foi reportada pelo jornal O Globo.
No dia da apresentação, um homem, considerado líder do grupo que planejaria o ataque, foi detido no Rio Grande do Sul. Além dele, as autoridades identificaram mais oito envolvidos, incluindo um adolescente que foi apreendido sob suspeita de participação.
A polícia revelou que o grupo estava planejando um ataque com coquetéis molotov e outros explosivos, além de disseminar mensagens de ódio em plataformas de mensagens e áudios. Em uma coletiva de imprensa realizada na segunda-feira (5), as autoridades afirmaram que irão analisar o material apreendido com os suspeitos. O homem preso no Rio Grande do Sul foi liberado após pagar fiança.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro emitiu mandados de busca e apreensão para 15 locais que supostamente estariam conectados ao atentado, com os suspeitos sendo investigados por incitação ao crime e terrorismo.
Ameaça de bomba em show de Lady Gaga
A Polícia Civil do Rio de Janeiro conseguiu evitar uma ameaça de bomba durante o grande show de Lady Gaga no Brasil. A equipe da artista afirmou que não tinha conhecimento da situação até que a imprensa brasileira divulgou a informação.
Em uma declaração ao The Hollywood Reporter, a equipe enfatizou: “Antes e durante o show, não havia nenhuma preocupação conhecida com a segurança, nem qualquer comunicação da polícia ou das autoridades”.
Eles também reforçaram a confiança nas medidas de segurança, afirmando que colaboraram de perto com as autoridades durante todo o processo de planejamento e execução do evento, e que todos os envolvidos estavam seguros em relação às ações de segurança implementadas.
O ataque tinha alvos específicos, sendo crianças, adolescentes e pessoas da comunidade LGBTQIA+ identificados como os principais alvos dos criminosos.