Cientistas poloneses alcançaram um marco na física ao capturar feixes de luz infravermelha em uma armadilha que mede 2 mil vezes menos que a espessura de um cabelo humano. Utilizando disseleneto de molibdênio (MoSe2), um material semicondutor de alta refração, eles conseguiram desacelerar e confinar a luz ao transformar o material em folhas e faixas microscópicas. Essa inovação, publicada na revista ACS Nano, abre portas para o desenvolvimento de computadores ópticos mais rápidos e dispositivos ultrafinos como lasers e sensores. A descoberta representa um avanço significativo rumo a tecnologias mais eficientes e compactas.
Pesquisadores da Universidade de Varsóvia Aprisionam Luz em Estrutura Ultrafina
E. Pruszyńska-Karbownik, Faculdade de Física, Universidade de Varsóvia