O cineasta carioca Felipe Sholl transforma suas experiências pessoais em arte no filme “Ruas da Glória”, que estreou nos cinemas no dia 2 de abril. A obra explora a vida de Gabriel, interpretado por Caio Macedo, um jovem professor que, ao se mudar para São Paulo, se vê imerso em uma paixão avassaladora e obsessiva com Adriano, um garoto de programa uruguaio. Sholl, que atravessou um luto profundo e um turbilhão emocional, revela que criar este filme foi seu “roteiro mais difícil”. A narrativa se desenrola em cenários cariocas, trazendo à tona a complexidade das relações humanas, o uso de drogas e a busca por pertencimento. A conexão entre os personagens e as vivências do diretor destaca a necessidade de compreender as histórias de vida que permeiam o universo da prostituição. O filme também reflete sobre a solidão do imigrante e o impacto das relações familiares, tornando-se uma obra visceral e intimista que merece ser explorada. Com classificação indicativa de 18 anos, “Ruas da Glória” oferece uma reflexão profunda sobre amor, perda e a busca por identidade.
“Ruas da Glória: A Intimidade do Cinema de Felipe Sholl sobre Amor e Autodestruição”
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