Segundo informações divulgadas pelo portal LeoDias, o ex-participante do Big Brother Brasil, Pedro Espíndola, está movendo um processo contra a Globo no valor de R$ 4,25 milhões, mesmo após sua expulsão do programa por alegações de assédio. Na petição, seus advogados fazem referência a comentários de Ana Maria Braga, a qual é chamada de “predadora de homens mais novos”, argumentando que ela deve ser responsabilizada por suas declarações feitas em uma emissora nacional em relação ao ex-brother.
O ex-BBB menciona que Ana Maria Braga abordou seu caso em um programa de grande audiência logo após sua saída do reality, afirmando que “não teria o desprazer de entrevistá-lo”, já que os participantes expulsos não aparecem no “Mais Você”. A defesa argumenta que isso não é apenas uma opinião pessoal, mas sim uma declaração institucional que, por não considerar a versão de Pedro, prejudicou sua imagem.
Os advogados ressaltam que as declarações de Ana Maria não devem ser tratadas como meras opiniões, devido ao contexto em que foram feitas, e aproveitam para criticar diretamente a apresentadora, rotulando-a como “senhora, predadora de homens mais novos, reconhecida nacionalmente por tal conduta”.
A defesa expressa indignação, afirmando que, além de assumir o papel de “juíza” ao criticar Pedro, ela fomenta uma violência desnecessária. “É ainda mais chocante que uma senhora com essa reputação pregue a moral e aja de tal forma. No caso em questão, a emissora não pode alegar a senilidade da apresentadora. Se ela está senil, que a retire do ar”, afirmam os advogados.
O documento alega que as declarações de Ana contribuem para um “linchamento moral”, agravando os danos à reputação de Pedro e instigando críticas e ataques nas mídias sociais. Além disso, mencionam um suposto padrão de comportamento da apresentadora, citando outra ocasião em que ela teria afirmado que “bateria” em Ana Paula Renault, o que seria interpretado como um incentivo à violência.
Em suma, o ex-BBB solicita indenização por entender que foi prejudicado pelas falas veiculadas na televisão, defendendo que tanto a emissora quanto a apresentadora têm responsabilidade pelo conteúdo e suas consequências. No processo, Pedro reivindica R$ 1,5 milhão por danos morais e R$ 2,75 milhões por danos materiais, totalizando o montante da ação contra a emissora.