Pedro Espíndola, que participou da 26ª edição do Big Brother Brasil, decidiu entrar com uma ação judicial contra a TV Globo, pleiteando uma indenização de R$ 4,2 milhões. O processo foi protocolado na terça-feira, 17 de março, e confirmado ao Metrópoles pela equipe jurídica do ex-brother.
A ação judicial inclui reivindicações de quebra de contrato, além de danos morais e materiais, e solicita a anulação da rescisão do contrato com o programa. O caso está sob a jurisdição da 2ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).
Pedro deixou o reality show no dia 18 de janeiro, após um incidente no qual tentou forçar um beijo na participante Jordana Morais, o que levou à abertura de uma investigação pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Em fevereiro, ele foi indiciado por importunação sexual.
A investigação foi realizada pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, que revisou as gravações do programa. A defesa de Pedro alegou que ele não foi ouvido durante a apuração, pois estava internado em uma clínica de reabilitação no interior do Paraná.
Embora a emissora tenha tratado a situação como uma expulsão, Pedro saiu do programa oficialmente por desistência. No total, a defesa solicita cerca de R$ 4,2 milhões, um valor próximo ao prêmio de R$ 5,5 milhões da 26ª edição do BBB.
O Metrópoles tentou entrar em contato com a equipe de assessoria dos realities da TV Globo, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria. O canal permanece aberto para comentários.
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