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Cristiano Ronaldo, Vinícius Júnior, Harry Kane e os jogadores que podem não corresponder às expectativas na Copa do Mundo de 2026

Goal

A Copa do Mundo de 2026 se apresenta como uma oportunidade ideal para o surgimento de novas lendas no futebol. Contudo, o torneio também pode se tornar o momento em que grandes astros, cercados por altas expectativas, não conseguem atender ao que se espera deles.

As Copas do Mundo são o cenário onde heróis são forjados. É nesse palco que jogadores excepcionais se transformam em ícones eternos, gravando seus nomes na história do esporte. Basta lembrar de edições passadas e das trajetórias dos grandes: Pelé em 1958, Maradona em 1986, Messi em 2022. Esses são momentos que ficam indeléveis na memória do futebol.

Entretanto, ao lado de cada conquista, existem inúmeras decepções. A história da seleção inglesa ilustra bem isso: repleta de talento, mas com um histórico de conquistas decepcionante. Os Three Lions sempre geram entusiasmo entre os torcedores, mas raramente cumprem as promessas feitas. Essa dualidade torna o acompanhamento da equipe ao mesmo tempo emocionante e frustrante.

Essa reflexão nos leva ao tema do desempenho aquém do esperado em uma Copa do Mundo. O que significa ter sucesso em um Mundial? Para nações como o Brasil, o único resultado aceitável é a conquista do título. Já para outras, como a Inglaterra, avançar até as quartas de final é motivo de celebração. As expectativas variam de acordo com a tradição, a equipe e a história de cada seleção.

No final, a pressão recai sobre os jogadores mais renomados. São eles que têm o poder de decidir partidas e mudar o rumo das competições. Porém, é natural que muitos acabem falhando. Tendo isso em mente, a GOAL analisa cinco grandes nomes que chegam ao torneio sob intensa expectativa, mas que podem surpreender negativamente na Copa do Mundo de 2026.

Harry Kane, Atacante, Inglaterra
Não há muito o que acrescentar. Trata-se da Inglaterra em uma Copa do Mundo. O cenário é clássico: um elenco talentoso, duas finais em três dos últimos grandes torneios e um técnico de renome, Thomas Tuchel, que foi contratado com um objetivo claro — conquistar o Mundial. Nesse contexto, qualquer resultado que não seja o título será encarado como um fracasso.

Tudo gira em torno de Kane. Embora existam talentos em várias posições, ele é o ponto focal. Atualmente em grande forma no Bayern de Munique, Kane parece se encaixar perfeitamente no estilo de Tuchel. Esta pode ser sua última oportunidade real de erguer a taça. Contudo, quando tudo parece pronto, a pressão pode ser avassaladora.

Santi Giménez, Atacante, México
O México se encontra em um momento de transição. Apesar de terem avançado desde a Copa do Mundo de 2022 e dos tempos difíceis sob Tata Martino, a equipe ainda parece estar em um limbo. Eles dependem excessivamente de jogadores experientes, ao mesmo tempo em que colocam uma pressão intensa sobre os jovens talentos que estão surgindo — que talvez não estejam prontos para o que se espera deles.

É aqui que entra Santi Giménez, o jovem atacante de 24 anos, formado no Cruz Azul, que não tem apresentado um desempenho satisfatório desde sua transferência para a Itália. No papel, possui todas as qualidades necessárias: velocidade, inteligência, habilidade no jogo aéreo e movimentação. No Feyenoord, mostrou-se um autêntico centroavante, mas isso não se traduziu em sucesso recente. O México parece preferir Raúl Jiménez, embora ainda haja esperança de que Giménez possa fazer a diferença, mesmo que seja vindo do banco. Sua campanha na Copa Ouro foi decepcionante e, enquanto Jiménez se mostra uma opção confiável, está claro que a idade está pesando sobre ele. Giménez, por sua vez, está se recuperando de uma lesão e deverá estar pronto em janeiro, mas a responsabilidade será grande — e até agora, ele não provou estar à altura.

Cristiano Ronaldo, Atacante, Portugal
Aos 40 anos, Cristiano Ronaldo continua desafiando o tempo. Ele marca gols com frequência, mantém um condicionamento físico impressionante e é o capitão de Portugal. Porém, surge a dúvida: até que ponto sua presença realmente beneficia a seleção?

Portugal tem um arsenal de talentos e poderia jogar de forma mais fluida e criativa. No entanto, muitas vezes, a equipe gira em torno de CR7, que já não cria tantas oportunidades como antes, mas ainda finaliza com frequência. Ele está em campo por ser Cristiano Ronaldo, e a pressão é clara: marcar gols. Caso contrário, a narrativa de que a lenda está em seu ocaso ressurgirá com força.

Vinícius Júnior, Ponta, Brasil
“Farei 10 vezes se for necessário.” A declaração após o segundo lugar na disputa pela Bola de Ouro parecia prenunciar uma era de domínio. Desde então, no entanto, Vinícius tem apresentado uma performance oscilante.

Em algumas partidas, ele é imparável em um contra um; em outras, comete excessos e some do jogo. Essa irregularidade se reflete tanto no Real Madrid quanto na seleção. Sem Neymar, parece que a responsabilidade de liderar o Brasil recairá sobre ele. A grande questão é: Vinícius está preparado para suportar o peso de conduzir o Brasil em uma Copa do Mundo?

Mohamed Salah, Atacante, Egito
A temporada de Salah tem sido atípica. No Liverpool, seu desempenho ficou aquém do esperado, a ponto de ter sido deixado de fora em um momento crítico. Houve tensão, pedidos de desculpas e rumores sobre uma possível transferência para a Liga Saudita, mas o futuro ainda é incerto.

Na seleção, a história se repete: um talento imenso, mas um impacto limitado em grandes competições. O Egito chegou perto na Copa Africana de Nações de 2021, mas, de modo geral, Salah não conseguiu converter seu brilho em campo em vitórias internacionais. Este pode ser seu último Mundial, e a equipe egípcia enfrenta dificuldades para sustentá-lo diante de adversários fortes. O risco é de um adeus decepcionante, mesmo que ainda mostre lampejos de genialidade.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade