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Três categorias de bebidas a serem evitadas por quem tem pressão alta

Manter uma dieta equilibrada envolve também uma análise cuidadosa das bebidas consumidas, especialmente para aqueles que enfrentam a hipertensão. Essa simples precaução pode ajudar a prevenir o agravamento de sintomas ou o surgimento de novos.

Para gerenciar a pressão arterial elevada, é fundamental adotar hábitos saudáveis, como praticar exercícios regulares, manter um peso saudável e cuidar da alimentação. Para aqueles diagnosticados com hipertensão, a British Heart Foundation recomenda planos alimentares específicos, como a dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension), que sugere limitar a ingestão de sódio a um máximo de 2.300 mg por dia.

Essa dieta promove a inclusão de alimentos naturalmente baixos em sódio, laticínios desnatados, grãos integrais, frutas, vegetais, carnes magras e fontes de proteína como lentilhas, nozes, quinoa e tofu. Esses alimentos são ricos em nutrientes que protegem o coração, fibras, antioxidantes, gorduras saudáveis e compostos anti-inflamatórios, os quais ajudam a diminuir a retenção de líquidos causada pelo excesso de sal e outros fatores.

É essencial observar que a retenção de líquidos pode aumentar o volume sanguíneo, gerando maior pressão nas paredes das artérias se não for controlada. Além disso, o nível de hidratação e as bebidas que você consome têm um impacto direto sobre a pressão arterial. Portanto, é importante ter atenção às seguintes opções:

Álcool
O álcool é uma das principais bebidas a serem evitadas por quem tem pressão alta. Conforme relatado pelo portal Medical News Today, o consumo excessivo não apenas eleva a pressão arterial, mas também está relacionado ao desenvolvimento de doenças cardíacas e derrames. Além disso, essa bebida fornece calorias vazias, o que pode contribuir para o ganho de peso indesejado. O álcool também pode causar desidratação, um problema especialmente relevante para os idosos, que muitas vezes perdem a percepção de sede até que a desidratação se instale, elevando ainda mais a pressão arterial. Vale ressaltar que, embora o álcool possa relaxar temporariamente os vasos sanguíneos, seu consumo em excesso pode levar a um aumento da pressão arterial superior aos níveis iniciais. Por isso, recomenda-se evitar cervejas, coquetéis, bebidas mistas, destilados e até mesmo vinhos.

Cafeína
A cafeína pode causar um aumento temporário na pressão arterial, embora esse efeito normalmente seja transitório e diminua com a redução do consumo, segundo a British Heart Foundation. Embora não seja uma bebida estritamente proibida como o álcool, é aconselhável manter um consumo moderado. O site Medical News Today sugere consultar um especialista para determinar a quantidade segura para cada indivíduo. É importante lembrar que a cafeína não se encontra apenas em cafés e chás, mas também em bebidas energéticas, chocolate e refrigerantes do tipo cola.

Bebidas açucaradas
Por último, produtos e bebidas com alto teor de açúcares, sódio e gorduras saturadas podem elevar a pressão arterial e comprometer a saúde cardiovascular. O portal de saúde Vimec indica que o consumo excessivo de açúcar está diretamente relacionado ao aumento do risco de hipertensão. Um alto consumo pode elevar a pressão arterial sistólica e contribuir para a inflamação e resistência à insulina. Refrigerantes, sucos industrializados, chás prontos e bebidas esportivas são ricos em calorias vazias, favorecendo o ganho de peso, que por si só já altera a pressão arterial. A Vimec ressalta que indivíduos que obtêm mais de 25% das calorias diárias a partir de açúcares têm até três vezes mais probabilidade de desenvolver doenças cardíacas em comparação àqueles que mantêm um consumo moderado.

Limitar ou evitar as bebidas mencionadas pode ser uma estratégia eficaz para controlar a hipertensão. Optar por água, água mineral sem açúcar, infusões sem adoçar ou sucos naturais em pequenas quantidades representa uma alternativa mais saudável. As informações são de O Globo.

Darwin Andrade – Jornalista do JMV News
Jornalista

Darwin Andrade