O câncer de pele continua a ser o tipo mais comum no Brasil, exigindo vigilância constante da população. Este ano, as estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que o país poderá registrar até 704 mil novos casos, englobando tanto carcinomas quanto melanomas.
Diante dessa realidade, especialistas destacam que a monitorização frequente da pele e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para o diagnóstico precoce e para aumentar as chances de tratamento eficaz. Profissionais do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), localizado em São Paulo, alertam que qualquer ferida que não cicatrize em um período de quatro semanas deve ser avaliada com atenção. Isso inclui manchas, pintas ou lesões que, embora pareçam inofensivas, podem apresentar alterações ao longo do tempo.
Existem três tipos principais de câncer de pele, cada um com suas particularidades.
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