A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) decidiu implementar mudanças rigorosas nas normas da Fórmula 1 para a temporada de 2026, em resposta a alegações de que as equipes Mercedes e Red Bull encontraram lacunas no regulamento dos motores híbridos.
Uma das principais modificações diz respeito ao medidor de fluxo de combustível, que agora terá um limite de 3.000 MJ/h. Anteriormente, a medição se baseava apenas no fluxo de massa, com um teto de 100 kg/h.
Além disso, foi introduzido um novo sistema para coleta de dados, utilizando um medidor padrão que será compartilhado pela FIA e pelas equipes. Essa ação visa reduzir a possibilidade de exploração de brechas e prevenir que uma equipe obtenha vantagens ilegais.
Em uma decisão tomada em outubro, o Conselho Mundial de Automobilismo da FIA proibiu o uso de qualquer dispositivo, sistema ou procedimento com a finalidade de alterar a temperatura do medidor de fluxo. A preocupação é que o aquecimento intencional do medidor de combustível possa comprometer a precisão dos dados coletados.
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