Na quinta-feira, 18 de dezembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se tornou alvo de piadas nas redes sociais e na mídia internacional ao divulgar um vídeo anunciando um grande evento esportivo. Esta celebração, que marcará os 250 anos da nação, contará com a participação de um jovem e uma jovem de cada estado e território. A proposta gerou comparações imediatas com a famosa saga de filmes e livros “Jogos Vorazes”.
Na narrativa fictícia, o governo totalitário de Panem organiza anualmente uma competição mortal entre representantes jovens de seus doze distritos, servindo como uma crítica ao autoritarismo e ao abuso de poder.
A analogia entre os “Jogos Patrióticos” de Trump e a obra de Suzanne Collins não foi feita apenas por admiradores, mas também pela mídia internacional. O Buzzfeed, por exemplo, ironizou o anúncio da Casa Branca em suas redes sociais.
No vídeo publicado, Trump apresentou uma série de iniciativas para a comemoração, destacando os Jogos Patrióticos como um inédito evento esportivo de quatro dias, com os melhores atletas do ensino médio, consistindo na participação de um jovem e uma jovem de cada estado e território.
Em fevereiro, o presidente havia assinado uma ordem executiva chamada “Deixando Homens Fora dos Esportes das Mulheres”, com o objetivo de proibir a participação de mulheres trans em competições femininas. Essa medida gerou polêmica, levando o Comitê Olímpico Paralímpico dos Estados Unidos (USOPC) a revisar suas diretrizes, impedindo que mulheres trans competissem em eventos femininos.
Essa decisão polarizou a comunidade atlética internacional. Vale ressaltar que em 2028, a cidade de Los Angeles será a próxima anfitriã dos Jogos Olímpicos, trazendo mais atenção ao debate sobre inclusão no esporte.
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