Aqueles que acompanham Lucas Villalba nas redes sociais já devem ter notado que sempre que o zagueiro do Cruzeiro tem alguns dias livres, ele não hesita em viajar para a Argentina para estar com sua família, especialmente com seu filho. Erik, de apenas 8 anos, é uma grande fonte de inspiração para o jogador, mesmo à distância, e sua presença será um estímulo a mais nesta reta final de 2025.
Em uma conversa exclusiva com O TEMPO Sports, Villalba comentou sobre a dificuldade de estar longe do filho, ressaltando que essa distância acontece por uma razão positiva. “Estar separado dele não é algo que valorizo muito no meu dia a dia; eu me esforço para dar o meu melhor aqui. O primeiro ano foi mais desafiador, mas já me adaptei melhor”, afirmou.
Originário de Florencio Varela, na província de Buenos Aires, Lucas Villalba construiu sua carreira no futebol argentino até fevereiro de 2024, quando se juntou ao Cruzeiro. Jogar no Brasil sempre foi um sonho para o atleta, hoje com 31 anos.
“Quando tenho um descanso de dois ou três dias, vou até lá, dou um abraço, um beijo, levo meu filho para a escola, passo tempo com meus afilhados, que também são como filhos para mim, e aproveito para estar com minha mãe… isso recarrega minhas energias e me ajuda a enfrentar o período até a próxima visita. Saber que todos estão bem me traz tranquilidade, e meu filho entende que estou jogando no Brasil por uma boa razão”, explicou.
Villalba revelou à reportagem que Erik estará em Belo Horizonte em breve, o que certamente lhe dará um ânimo extra para os jogos finais da temporada. A partir do dia 10, o Cruzeiro enfrentará o Corinthians na semifinal da Copa do Brasil.
“Ele chegará próximo à semifinal, então estou ansioso por essa energia positiva, sabendo que meu filho estará aqui. Espero poder levá-lo ao CT e brincar comigo. Essa época do ano faz toda a diferença, pois estamos em um período intenso de jogos, viagens e concentração. Ele é meu maior combustível. Saber que minha família vem me dá a força final que preciso para seguir em frente, o que é fundamental para o meu psicológico”, concluiu Villalba.